E ergueu supplicante os olhos para o verdugo.

O mestre tossiu para se dar ao respeito, e bradou:

—Lê para bai-xo, me-ni-no—accentuando as syllabas com um sorriso ameaçador.

Chamada—continuou o pequeno indeciso—chamada… e terminou em tom mais baixo, com a incerteza de quem não sabe o que diz—Philosophia.

—Como?—bradou o mestre, descarregando-lhe com o junco pelas orelhas.—Como?

O pequeno fechou os olhos, encolheu os hombros, e emendou a chorar:

Pi-lo-so-pi-a.

O professor descarregou segunda juncada, e berrou:

Pilosópia, burro, pilosópia!

Pilosópia,—repetiu o pequeno.