No dia 12 de outubro, que completava seis semanas de enfermidade, Joaquim Maria sentiu avisinhar-se a morte.

Apertou nas suas as mãos do frade e cravou n’elle um olhar insistente, que a agonia embaciava.

Frei Simão comprehendeu esse olhar, e disse ao moribundo:

—Não me esqueço do que prometti. Vae tranquillo.

E não podia ser mais tranquilla a morte de Joaquim Maria.

Foi o frade quem amortalhou o irmão e quem acompanhou o esquife á egreja do convento de Santo Antonio.

Quando frei Simão voltou á casa de Cezár, disse ás irmãs:

—Rezai por elle. Deus ha de premial-o, e a liberdade o vingará.