Beijos de mãe, meus folguedos;
Meus innocentes brinquedos,
Um sonho foi que passou.
O fado meu me votou
A toda a triste agonia,
Até que p’r’a valla fria
Meu corpo seja deitado,
Pois que dos bens do passado
Nada me resta hoje em dia.
Camillo, no Eusebio Macario, reproduz dois versos de um Fado da Escarnichia (Escarniche, na pronuncia popular), os quaes dão a impressão rapida da «má sorte» que, segundo a lenda fadista, a arremessou para a desgraça: