Mas meu candor deprimi,
N’um criminal desperdicio.
Na beira do precipicio,
Onde o meu fado me tem,
Não vê meus prantos ninguem,
Nem minha dor avalia,
Privada de quanto havia
No collo de minha mãe!
Tudo p’ra mim se acabou,
Mas meu candor deprimi,
N’um criminal desperdicio.
Na beira do precipicio,
Onde o meu fado me tem,
Não vê meus prantos ninguem,
Nem minha dor avalia,
Privada de quanto havia
No collo de minha mãe!
Tudo p’ra mim se acabou,