«Defender-se a patria deve.»
Mas o diabo me leve
Se eu sei quem vou defender!
Devo sempre combater,
E matar, seja a quem fôr,
Sem nunca sentir amor.
Isto farei, vil galucho,
Que ora triste aperto o bucho
E marcho ao som d’um tambor.
Sobre os aspectos da vida popular e a chronica das ruas: