As hortas
Aos domingos, á tardinha,
Quem não sae fóra de Portas,
Não conhece a felicidade
De comer peixe nas hortas.
A gente cá de Lisboa
Gosta sempre, aos dias santos,
De se metter pelos cantos,
Comendo e bebendo á tôa;
As hortas
Aos domingos, á tardinha,
Quem não sae fóra de Portas,
Não conhece a felicidade
De comer peixe nas hortas.
A gente cá de Lisboa
Gosta sempre, aos dias santos,
De se metter pelos cantos,
Comendo e bebendo á tôa;