A sua grande amargura,

Sente n’alma atroz tortura

D’um desgosto bem profundo

E sem qu’rer saber do mundo,

Corre á sua sepultura.

Então copioso pranto

Em seu bello rosto corre,

Ao vêr que já não soccorre

Quem na vida elle amou tanto.

Levantando um negro manto