Um doce allivio prevê,

Porque n’um momento crê

Que ’inda lhe póde dar vida.

E buscando a sua qu’rida

Seu cadaver ’inda vê.

Mas ao vêr tudo acabado

Soltou bem fundada praga.

Todo o rosto se lh’ alaga

E o seu peito é mart’risado.

Então a ella abraçado