Aos seus ais recobra a vida.
Quem a vê dançar o fado
Com rigor desconhecido,
Ao vel-a batendo forte
Fica um doido perdido.
E, continuando a lenda, falla do conde como de um cego amante que tivesse morrido de amor:
Assim Moisivo carpia
No auge da desventura.
E ao outro dia, já cadaver,
Foi levado á sepultura.