Só a mim não fazes nada,
Nem sequer uma omelêta
—Por que eu dou a pecholêta—
Na certã enfarruscada.
Vê tu bem como no estio,
Quando chega a noite escura,
’Té no meio da espessura,
Faz o triste môcho—pio!—
Espanando-se no rio
Faz o pato—quá, quá, quá!—