A perdiz faz—cá, cá, rá!—

Todos cantam seus amores,

Tu p’ra mim só tens rigores,

É preciso ser bem má!

Até mesmo o villão burro,

Nas manhãs de muita calma,

Á jumenta da su’alma,

Diz amor co’o triste zurro!

O javardo mais casmurro,

Chafurdando na enxurrada,