Chamava-se Augusto Hylario Costa Alves; mas o seu nome de guerra foi simplesmente «Hylario».
Elle conquistou a celebridade que dispensa appelidos e avós.
Era natural de Vizeu e surprehendeu-o a morte quando, através as delongas proprias da vida esturdia, frequentava o 3.º anno da faculdade de medicina em Coimbra[86].
Tinha sido nomeado aspirante a medico do ultramar.
Matou-o, na sua terra natal, uma doença do figado, cremos que cyrrhose, aggravada por um ataque de grippe.
Falleceu, estando em férias de Paschoa, no dia 3 de abril de 1896.
A sua morte causou sensação em todo o paiz, e o seu funeral teve aquella pompa solemne que costuma derivar da celebridade do morto.
Dizia um telegramma de Vizeu, dando conta d’esse triste acontecimento:
«VIZEU, 4, ás 7 h. 35 m. da t.—Hylario, o estudante bohemio que todo o paiz conhece, principalmente pelo seu fado popularissimo, soffria do figado. Foi essa a doença que o matou, consequencia de um ataque de influenza.
«O seu corpo foi velado em casa da familia, onde morreu, por academicos.