Passa a vida socegada;

A um gesto da prostituta

Vae dar n’outro uma facada.

Chame-se embora immoral

Á vidinha do fadista,

Das boas vidas na lista

Não se conhece outra igual.

Trabalho não lhe faz mal,

O andar não lhe cança a perna,

Tem ao lado a amante terna