P’ra cantar minhas proezas:

Não vou relatar emprezas,

Que a todos causem espanto.

O que ora incita o meu canto

Para essa turba que chora,

N’esta pequena demora

Que peço ao Deus das verdades,

É dictar minhas vontades

Ao som da banza sonora.

Não quero sinos plangentes,