Nem pompa mal empregada;

Só quero em cova apartada

Dormir o somno dos crentes.

Que um d’esses faias valentes

Que Portugal hoje abriga,

Empunhando a banza amiga

Me faça a necrologia.

Bem vêdes. Não ha folia

P’r’a derradeira cantiga.

Na minha campa, gravado.