Estendo-lhe a minha mão,

Senhor... senhor escrivão

De fazenda... propria ou alheia?

D. GUALTER (precipitado)

Não faças troça do homem.

N’estes bons tempos felizes

De liberdade e igualdade

Nós andamos nas mãos d’elle

P’ra que não nos tire a pelle

Esticando-a nas matrizes.