D. Mendo, extranhando o barulho, dirigiu-se á porta do fundo, e gritou para dentro: Calem-se, seus burros!

D. GUALTER (levantando a voz para poder ser ouvido)

Finge a gente que o estima,

Trata-o de Santo Antoninho,

Mão por baixo, mão por cima.

Se não ha nem pão nem vinho!

D. MENDO (descendo da porta do fundo, muito arreliado porque o barulho entre-scenas continua)

Mão por cima... é bom criterio.

Mas mão por baixo... é mais serio!