—Aquella Noite sinistra! atalharam ambos os officiaes, fazendo allusão ao titulo da peça, e rindo ás gargalhadas.
—Foi pena que tivessem tanto trabalho!
—Tudo aquillo divertiu, respondeu o alferes Ruivo. Divertiu mais ainda, talvez, do que se se tivesse preenchido todo o espectaculo. E deixou recordações alegres para muito tempo! Sabem v. ex.ᵃˢ uma coisa? Desde a Noite sinistra eu passei a ser conhecido por D. Gualter Byscaia, e aqui o tenente por D. Fafes Estorninho.
—Tem graça! observou Araujo Rodarte.
Os dois officiaes continuaram a rir, enviezando o olhar para Hilda e Maria Ignez, que sahiam do banho, subindo á prancha.
—Mas, disse Salomé, ainda entrava tambem um collega de v. ex.ᵃˢ....
—Era o Epaminondas, minha senhora, respondeu o tenente Rosalgar. Esse é o D. Diogo Cucufate.
Salomé e o avô riram.
—E a comedia do Goes parecia ter algum merecimento. Foi pena que não chegasse ao fim! disse Araujo Rodarte.
—Pena especialmente para o Lemos—observou o alferes Ruivo—que nunca foi egualado em tamanha desgraça por nenhum Talma amador!