Y el ir de noche al café

Con el ama y los chiquillos.

Abajo las estrellas,

Abajo los galones,

Que no quiere mandones

La santa federal.

É certo que na alma popular da Hespanha não estavam de todo pervertidos os sentimentos cavalheirescos da raça castelhana, mas a revolução ia alastrando dia a dia o seu dominio,—em Sevilha era incendiada a calle de las Sierpes, em Cadiz punha-se em almoeda a custodia do Corpus Christi, em Málaga dois bandos rivaes porfiavam em horrores de barbarie, em Granada os desenfreamentos do vandalismo desmoronavam as instituições e os templos, como acontecia em Barcelona, em cujos campos os bosques incendiados chammejavam como enorme fornalha: por isso só timidamente a musa das ruas ousava contrapôr um grito de justa indignação aos desvarios da demagogia que golpeava o coração da patria, enodoando de sangue as mais bellas paginas da historia nacional.

D’esses timidos gritos de reacção popular não se perdeu comtudo a nota caracteristica, que ainda hoje póde encontrar ecco na apreciação imparcial d’esse periodo demagogico:

La republica en Guarena

La cantan los taberneros,