Dispersámo-nos em grupos, em pequenas caravanas: procura d'aqui, procura d'alli; todos procuravam sombra.
De repente ouviu-se um grito...
O que foi?! Appareceu a sombra?
Era o snr. Fulano que tinha escorregado de uma lage, e estava estatelado na areia.[{94}]
Outro grito, d'ahi a nada...
Agora sim! é a sombra?
Qual sombra nem qual diabo?! Foi o menino Arnaldo que se deixou morder por uma vespa.
O sujeito dos foguetes estava contrariadissimo.
—Não ha foguetes completos n'este mundo! dizia elle. A gente, ao sol, nem póde vêr bem a direcção que um foguete toma no ar! Esta só a mim acontece!
O dos palitos exclamava: