O cicerone não se acobarda. Continua a explicar;—explica tudo.
Isto facilmente se comprehende. O cocheiro precisa de presumir-se sabio. Pergunta-se-lhe:
—Sabes onde mora F.?
—Sei, meu amo.
Não sabe. Vai andando á espera que lhe batam na janella da carruagem.
—Pára; é aqui.
—É aqui; eu bem sabia.
O cocheiro precisa realmente de dizer que sabe.
Vamos agora ao botiquim. O botiquim do Baquet offerece curioso estudo. É preciso ser-se philosopho para se exercer o logar de botiquineiro alli. De contrario, ao cabo do primeiro intervallo, o botiquineiro estaria[{47}] doido com toda a certeza. O snr. Magalhães, botiquineiro, é pois um philosopho.
—Uma sangria!