Chegam os mascarados.

Irrompe a vozeria:

—É elle!

—É ella!

—Não é elle nem ella: é outro!

Sempre me ha de lembrar o caso da menina do Pedregal, que tinha amores contrariados.

Na noite da esfolhada obteve licença para ir dançar na festa vestida de camponeza.

Foi, e disse falseando a voz:

—O primeiro abraço é meu!

Respondeu um camponez: