Glycera, a moça loira, Amyntas, o pastor,

Juravam-se um ao outro o seu eterno amor.

Sobre a relva assentada, a formosa Glycera

Tecia de jasmins e verdes folhas de hera

Grinaldas e festões, cantando uma canção

Em que menos cantava a voz que o coração.

Assim tambem se eleva o cantico suave

De uma ave que estremece á espera de outra ave

Nas alcôvas em flôr que tece o mez de abril.

Não tardou que chegasse, á volta do redil,