Amyntas, o pastor, já recolhido o gado.

—«Grinaldas! Para que?»

—«Para o nosso noivado»

Córando de pudor, Glycera respondeu,

E emquanto elle a fitava, ella os olhos desceu.

—«Disseste muito bem, minha amada Glycera,

Vamos ambos colhêr jasmins e folhas de hera.

Sim!... Tu não serás de outro? É minha a tua mão?

De mais ninguem será?»

—«Eu te juro que não.»