—«Agora sou feliz! Vou dar-te, porque és minha,

Aquella ovelha branca, ess'outra malhadinha

Que valem um milhão! Iguaes inda não vi!

Mas, porque tu és minha, eu dou-t'as para ti.

Olha, que lindas são! Valem um bom rebanho

Na côr, na timidez, no pello e no tamanho!

Só teu, de mais ninguem, é o fresco laranjal,

Que dá tão dôce sombra ao meu... ao teu casal.

Dou-te do meu redil os dois novilhos bravos,

E as colmêas que tenho, e todo o mel dos favos,