—Sciu...
—Chegou...
—Pousou...
—Está preso!
Maria Luiza tinha dito a Eduardo Valladares, quando entraram na alameda:
—Trouxe-te hoje papel e lapis. Tenho saudades... dos teus versos, meu amor! Desapprendeste a cantar nas tuas afflicções, mas hoje quero que escrevas ao pé de mim para me certificar de que a tua alma está serena como a minha...
Eduardo Valladares, coração afogado em lagrimas, acceitara o lapis e o papel para não a contrariar.
Como porém o alvorôto das creanças distrahisse por momentos Maria Luiza e Rosinha, não sem que revelassem assomos de compaixão, Eduardo Valladares foi escrevendo ao correr do lapis.
—Escreveste? perguntou com alegria Maria Luiza.
—Escrevi; cumpri... o teu desejo, respondeu elle.