Mysterios que eu não abranjo!
No jardim, ao pôr do sol,
Ha uma voz que diz:—Anjo!
—A voz d’algum rouxinol...
Quando ha luar e te chamo
Entre as moitas d’alecrim,
Se ha uma voz que diz:—Amo!
Penso que a voz sae de mim...
Estrondearam na sala freneticos applausos.
O moço poeta, de dezeseis annos, agradecia a ovação espontanea e unanime com mostras de modestia e ingenuidade estimaveis.