—O que direi eu então de ti, que me proporcionaste occasião de ter com quem fallar da crise monetaria e do caso das Trinas! Feliz de mim, que te encontrei, e de ti que me encontraste! Gloria a Deus nas alturas, e paz na terra... a dois homens!
—Imagina, porém, que, por nos exaltarmos em qualquer discussão, tinhamos de ficar de mal um com o outro?
—Era o mesmo que romper com toda a humanidade!
—Mas o que farias tu?
—Eu?! Eu ficaria de bem comtigo até que, chegando setembro, podesse encontrar dois padrinhos para te mandar desafiar...
Começou agosto, e por mais que os dois amigos espreitassem para dentro de todas as diligencias que se fazem annunciar ao som de estridulas campainhas, não viam chegar ninguem.
—Então para que servem as diligencias? perguntava um.[{24}]
—Servem para alimentar a tradição de viajar, respondia o outro.
O dono do Elephante azul dizia do lado:
—Em setembro vêem cheias de gente. Ás vezes trazem dezeseis pessoas em oito logares.