—Sabe o voltarete?

—Não, sr. Sei fazer champagne, sei fazer cognac, sei fabricar cerveja, só não sei jogar o voltarete!

—Porque não trata de o aprender?[{25}]

—Não vale a pena: não é coisa que se venda.

No dia 8 de agosto, por volta do meio dia, qual não foi a surpreza dos dois amigos quando, encostados á porta de Elephante azul, viram chegar uma carruagem com um passageiro dentro.

—Eureka! gritou um.

—Apaga a lanterna de Diogenes! exclamou o outro.

O passageiro apeiou-se do trem e, sem entrar na loja do Elephante azul, seguiu para o interior da villa.

—Vae installar-se, disse um.

—Vae, e não tarda ahi, á procura dos unicos dois homens que n'este momento lhe podem ser agradaveis.