O dono do Elephante azul, tendo vindo á porta examinar o recem-chegado, observou:

—Não é cara conhecida. Nunca veiu cá.

—Podera! Se já conhecesse a praia, não vinha senão em setembro.

Ficaram os dois conversando, mas o homem não appareceu.

—Onde se metteria elle?

—Naturalmente, disse o dono do Elephante azul, anda procurando casa.

—Se fosse só isso, já a teria encontrado. É mais provavel que ande procurando gente...

Cerca das trez horas da tarde, tornou a apparecer a carruagem, mas vasia.

O caso ia tendo as proporções de um mysterio.[{26}]

—O homem suicidou-se!