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II
O almôço foi uma devastação, uma hecatombe.
Dizia o Vasconcellos que assim era preciso, visto que só se tornava a almoçar... no outro dia.
Quando saímos do hotel eram quasi tres horas. O que se faria? Por onde se começaria? Os fumos capitosos do almôço accenderam brios quixotescos no espirito da maioria dos nove. A burro e á Pena! era o grito do Vasconcellos, reforçado por mais cinco ou seis vozes.
—Mas isso é a semsaboria de toda a gente! disse o Gonçallinho.
—Ó meu tolo! replicou com vivacidade o Vasconcellos. Querias talvez fazer versos com o estomago cheio de biffes! A burro e á Pena! insistiu.
Os burriqueiros, que nos tinham feito um verdadeiro{14} cêrco, largaram a correr para ir buscar os burros.
Emquanto esperavamos, dizia-me em tom de confidencia o Leotte:
—Já perguntei no Victor, e não ha lá hospeda nenhuma. Mas ha criadas, ao menos.