—É verdade!
—Não se póde duvidar!
—Lá começa a dedilhar de novo... Deu tino de que fisemos reparo. Toca pianissimo para ouvir o mais que dissermos.
—É certo! Che dolcemente!
—Que terá elle comnosco?
—Talvez não seja comnosco; talvez seja com o velho e a creança, apostrophou o habitué-artista.
—Ora, essa cabeça! Tu encontras romances em toda a parte.
—Espera! tornou observando o esculptor. Ia jurar que os olhos d'este homem são os da pequenita! Que semelhança!
—Oh! oh! continua o romance! Esse molde de novellas é velho, Maubert! D'esta vez o pae, que era julgado morto, não volta da Terra Santa. Corre atraz da filha, que ao partir para o combate entregára ao avô. Tem-n'a procurado e não sabe onde pára. És tu, Maubert, que vaes desfazer o mysterio. A Providencia encarregou-te de dizeres: Pára! ao Ashaverus do nosso seculo! Oh! oh!
E os outros gargalharam em côro: