[92] Los Codigos Españoles concordados y anotados, t. 1, pag. 243 e segg.
[93] Refutucion del opúsculo «Fueros francos,» p. 30.
[94] Entstehung und Geschichte des Westgothen-Rechts, S. 338. A passagem citada não diz precisamente isto: diz que o direito feudal francez na sua indole absoluta e violenta (schroffen und barschen character) repugnava ás idéas juridicas peninsulares, o que é um pouco differente. O livro a que Muñoz se refere, e que debaixo do apparato da erudição alleman encerra mais de uma d'essas levezas e erros grosseiros, que com tanta facilidade se attribuem em Allemanha á erudição de toda a gente e em especial á franceza, merecia mais severo exame da erudição hespanhola do que os Fueros francos. Foi um fortuna vir a Hespanha o sr. Helfferich. Sem isso ficavamos ignorando a historia social da nossa edade media.
[95] Refutacion, p. 31.
[96] Ibid. p. 61.
[97] Ensayo, liv. 2 c. 1.
[98] Civilisat. en France, leç. 32.
[99] De la propriété des eaux courantes, passim.
[100] O meu fallecido amigo, o illustre Cibrario, apesar de admittir o anachronismo da divisão dos dominios, directo e útil, na épocha feudal, equivoco vulgar entre os jurisconsultos, que alias não se estriba em nenhum monumento coevo, reconhece comtudo que na constituição do feudo se envolvia um titulo mais ou menos amplo de senhorio acompanhado de jurisdicção e até de soberania. Economia politica del medio evo, vol. 2, p. 62 da 2.^a ediç.
[101] Essais sur l'histoire de France, V.^e Essai.