[2] Epist. 9—v. 43.

[3] Art. poet. C. 3—v. 48.

[4] Talvez alguns dos nossos leitores extranhem o modo por que tractamos um escriptor accreditado e ainda vivo. Nós sabemos que a urbanidade é o principal dever de quem impugna qualquer opinião: mas confessamos que não pudemos resistir á tentação. Mr. Laurentie é um defensor do absolutismo, e muito mal tractou a causa da nossa patria no seu exame da Carta portuguesa. É uma pequena vingança litteraria que se nos deve perdoar.

[5] Major mihi rerum nascitur ordo: Majus opus moveo—7, 4 4.

[6] Iliad, 5.^o.

[7] O nosso socio o Sr. Castilho teve tambem o seu quinhom de critica na referida moxinifada romantica. Cremos piamente que elle riu tanto como teria rido o bom do Homero se fosse nosso contemporaneo.

[8] Alludimos ás Messenianas de Barthelemy e ás de Mr. Delavigne, de que talvez as primeiras deram a idéa. Das ultimas lembrámo-nos principalmente da de Waterloo.

[9] Em um curso de litteratura como nós o concebemos daria materia esta idea, aqui apenas ennunciada, a dois capitulos interessantíssimos, o da theoria do agradavel e o da poesia nacional, ou dos objectos da poesia moderna.

[10] É curioso ver as observações de Galileo acêrca da Jerusalem libertada, as quaes jaziam ineditas e foram publicadas em 1793, assim como o é ler a dissertação de Dureau Delamalle comparando as duas Jerusalens, a qual vem no fim do 1.^o tomo da Historia das Cruzadas de Mr. Michaud.

[11] Livro 1.^o, capitulo 1.^o.