Entrando apressadamente assustadas.
LOBNA.
Eis-nos, princesa!
Os espias voltaram: tumultuando
Na marinha de Ceuta homens, ginetes,
Ao pôr do sol: as naus soltando as vélas,
Proas á terra: o esquife após o esquife
Entre a praia e as galés cruzando as ondas;
Tudo do amir christão mostra a partida.
GULNAR.
O tigre português volta ao seu antro!
Mas Ceuta...
Com amargura.
Profanada e serva és Ceuta!
O que te amou qual pae jaz moribundo
No seu leito de dor. Foi por salvar-te
Pérola rica do Moghreb. Inutil
O sangue se verteu! Oh, sem vingança
Não ficaremos nós: nós ambas orphans,
Eu desterrada e tu escrava. O nobre
Teu senhor e meu pae, talvez, da aurora
Não veja mais a luz. Mas trema o fero
Amir de Portugal! Gulnar, a filha
Do vencido wali, ha-de vinga-lo.
Lobna e Haleva esta noite...