Ai, como foi mesquinha
A nossa escura sorte!
Porque a terrivel morte
Os tristes conduzir?
LOBNA.
Oh, se Gulnar os víra,
De sangue inda banhados,
Vencidos, humilhados,
A nossos pés cahir!
HALEVA.
Que lhes valêra? Sangue,
Sangue só quer a hyena:
A cólera a aliena:
Não póde perdoar!
LOBNA.
Haleva, minha Haleva,
De susto eu titubeio:
Tu imagina o meio
De as victimas salvar.
HALEVA.
Miseras! Só nos resta,
Em festa sanguinosa,
Sob a traidora rosa
O aspide esconder.