Interrompeu dom Sueiro:—
Sob o teixo, á meia noite?...
Veremos quem vae primeiro.—
«Sim!—volveu ella—a ess' hora.
Nenhuma fôra melhor;
Porém, da tua palavra
Que me darás em penhor?—
«Minha paixão em seguro
Do que promettí te dou:
Nunca promessas mentidas
Fez quem devéras amou.
Curvando o joelho, eu juro
Teus grilhões sempre rojar:
Meu corpo e alma são teus;
E o tempo o ha-de provar.—
«Basta!—a donzella lhe disse.—
Dom Sueiro, sou contente.
São meus teu corpo e tu' alma:
Meus serão eternamente.—
Dicto isto, ao longo do rio