O seu cavallo esporeia...
Nem para trás voltar póde,
Nem àvante se meneia.

Então escurece emtorno:

Cada vez mais de ennegrece:
Qual sepulchro fica: ao longe
Bramir triste o mar parece.

Lá troa voz de trovão!

Que era o que dizia a voz?
Era a sentença do conde,
Sentença medonha e atroz.

«Genio infernal, atrevido

Contra Deus, homens e feras!
Das creaturas os gemidos
Resoaram nas espheras.

Tuas maldades e insultos

Alto pedem punição,
Onde da vingança o facho
Ondeia erguido clarão.

Malvado, foge; que os monstros