Por qual estrada viria.
Vão trabalho; vans perguntas:
Novas delle quem sabia?
Não o vê. Passaram todos...
Em furioso devaneio,
Ei-la arranca as negras tranças;
Fere crua o lindo seio.
Sua mãe, correndo a ella:
«Valha-me Deus!—lhe bradou.—
Minha filha, pois que é isso?!»
E entre os braços a apertou.
«Minha mãe, perdeu-se tudo!
O mundo, tudo perdi:
De nada Deus se condoe...
Oh dor, oh pobre de mi!—
«Ai! Jesus venha á minha alma!
Filha, um padre-nosso resa.
Deus é pae: sempre nos ouve:
Nunca a humana dor despreza.—
«Minha mãe, inutil crença!