Das mãos sólta o Senhor:
Surge o sol, banha a terra, e desabrocha
Sua primeira flor:
Sobre o invisivel eixo range o globo:
O vento o bosque ondeia:
Retumba ao longe o mar: da vida a força
A natureza anceia!
Quem, dignamente, oh Deus, ha-de louvar-te,
Ou cantar teu poder?
Quem dirá de Teu braço as maravilhas,