Qual barbaro tyranno:
Mentem, por dominar com ferreo sceptro
O vulgo cego e insano.
Quem os crê é um ímpio! Receiar-te
É maldizer-te, oh Deus;
É o throno dos despotas da terra
Ir collocar nos céus.
Eu, por mim, passarei entre os abrolhos
Dos males da existencia
Tranquillo, e sem temor, á sombra posto