Alli, eu solitario, eu rei da morte,
Erguèra meu clamor,
E dissera:—sou livre, e tenho imperio;
Aqui, sou eu senhor!»
Quem se podéra erguer, como estas vagas,
Em turbilhões incertos,
E correr, e correr, troando ao longe,
Nos liquidos desertos!
Mas entre membros de lodoso barro
A mente presa está!...