Nenhum padrão, que peça aos que passarem

Resa fervente e pia,

E juncto ao qual entes queridos vertam

O pranto da agonia!

Nem hasteada cruz, consolo ao morto;

Nem lagea que os proteja

Do ardente sol, da noite humida e fria,

Que passa e que roreja!

Não! Lá hão-de jazer no esquecimento

De deshonrada morte,