Maldicto sejas tu, monstro do inferno,
Que do Senhor no templo,
Juncto da eterna cruz, ao crime incitas,
Dás do furor o exemplo!
Sobre as cinzas da Patria, ímpio, pensaste
Folgar de nosso mal,
E, entre as ruinas de cidade illustre,
Soltar riso infernal.
Tu, no teu coração insipiente,
Disseste:—Deus não há!»