É tempo d'olvidar odios profundos

De guerra deploravel.

O forte é generoso, e deixa ao fraco

O ser inexoravel.

Oh, perdão para aquelle, a quem a morte

No seio agasalhou!

Elle é mudo: pedi-lo já não póde;

O dá-lo a nós deixou.

Além do limiar da eternidade

O mundo não tem réus,