Que dez aduares

Em Tanger queimou,
E em muros d'Alcacer
Dez elches matou:

Que era hoje d'Arzilla

Temido adaí­l,
E a quem tu mandaste
Fugir como vil.


Vêde-o lá na gavia

Da negra galé,
De braços cruzados,
Immovel, em pé;

E a náu que arfa e voa

Na fremente via,
Ferindo na esteira
Fugaz ardentia;

E d'Africa as praias,