A oração do infeliz, que Deus só ouve
Quando o desdenha o mundo e ludibria
Sua afflicção.
Para o velho a existencia é solitaria,
Bem como a fonte que esgotou o estio.
Onde os pastores
Vinham a saciar o manso gado;
Onde contavam penas e prazeres
Dos seus amores.
A alampada na igreja triste e muda
Bruxuleava seu clarão, pendendo
Ante o altar-mór:
Como o templo, o porvir era do velho
Cheio de sustos; muda como o templo
Era a sua dor.