Das vergas pende;
Brinco das vagas, o baixel arfando
Fluctua incerto, e dos bulcões guiado
Os mares fende.
Correndo árvore secca avulta ao longe,
Como alma em pena vagueiando á noite
Em seu fadario;
E pelas trévas branquejando a escuma,
Que da prôa espadana, imita as prégas
D'alvo sudario.
Envolto no gibão amplo e felpudo,
Rude piloto ao leme trabalhoso
Véla encostado;
Que, se não mentem calculos, o porto
Proximo está, dos lassos navegantes