—São para ti.{140}

—Obrigado, Eurico!

E accrescentou dando as outras duas ao tenor:

—E estas para ti, Lauretto.

O tenor metteu as notas na algibeira, sem pronunciar palavra.

—Pois nem me agradeces?

—Para que? Dás sempre qualquer coisa com uns modos que provocam explicações.

—Então restitue-me o dinheiro!...

—Estás doido!... Olha, eis o vinho que chega. Bebamos. Para isso é que tu és um homem! Esvasias muito melhor os copos do que as algibeiras.

Pozzoli deu aos hombros despresadoramente.