Visconde de Bizeux.—Saint-Malo.
Vi no expresso de Paris a Linda e Lauretto Mina.
Um amigo.
Antonino, estendido sobre o divan do quarto, dormia um somno pesado, respirando a custo.{254}
Um pouco antes das nove horas, o criado entrou, apesar do visconde não ter chamado.
Antonino acordou ao ruido feito pela porta ao abrir-se. O criado disse:
—Perdão; o sr. visconde não chamou, mas como este telegramma chegou ha mais de uma hora, pareceu-me conveniente trazer-lh'o.
O marido de Laura esfregou os olhos injectados de sangue, e abriu o telegramma.
Leu e soltou um grito estridente.
Depois, cambaleando como um ebrio, abriu a porta que dava para o corredor de communicação que percorreu, entrando no quarto de sua mulher.